\n'; document.write(barra); } } changePage();
ARRIGO BARNABÉ ARRIGO BARNABÉARRIGO BARNABÉ
Atualizada em 11 abr 2002 |
||
![]() |
||
Em São Paulo, cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (1971 a 1973) e a Escola
de Comunicações e Artes (1974 a 1979), onde fez o curso de composição, no Departamento
de Musica. Em 1976 um trecho de sua música Clara Crocodilo passou a integrar a trilha
sonora do filme A Ilha das Cangaceiras Virgens, de Roberto Mauro. Conquistou o primeiro
lugar, em 1979, no Festival Universitário da TV Cultura, com a canção Diversões
Eletrônicas, em São Paulo SP. Lançou seu primeiro LP, Clara Crocodilo, em 1980, no
mesmo ano ganhou o prêmio de Melhor Arranjo no Festival Tupi com a canção Sabor de
Veneno. Excursionou pelo Brasil em 1983, ano em que compôs a Saga de Clara Crocodilo para
a Orquestra Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo e grupo de rock. Ainda em 1983,
recebeu prêmio de melhor trilha sonora no Festival de Gramado RS pela musica do filme
Janete, de Chico Botelho. No ano seguinte, obteve reconhecimento internacional com seu
segundo disco, Tubarões voadores (selo Barclay), eleito pela revista francesa Jazz Hot
como um dos melhores do mundo. Em 1985 foi premiado no Riocine Festival pela musica do
filme Estrela nua, de José Antônio Garcia e Ícaro Martins. Um ano depois, a APETESP
deu-lhe o prêmio de melhor composição para teatro, pela musica de Santa Joana. No mesmo
ano, lançou o LP Cidade oculta e recebeu prêmio de melhor trilha sonora no Riocine
Festival, pela musica do filme Cidade oculta, de Chico Botelho. Dois anos depois, no
Festival de Cinema de Brasília DF, ganhou o prêmio de melhor trilha sonora, pelo filme
Vera, de Sérgio Toledo. No Festival de Cinema de Curitiba PR de 1988, ganhou o prêmio de
melhor trilha sonora pela musica do filme Lua cheia, de Alain Fresnot. Em 1988 foi ator,
compositor das músicas e co-autor, com Hamilton Vaz Pereira, da peça O Máximo. Com
Itamar Assumpção, participou de shows por todo o Brasil, em 1991. No ano seguinte,
lançou o CD Façanhas. Em 1993 apresentou-se no Podenville, em Berlim, Alemanha. Sua
peça Nunca conheci quem tivesse levado porrada, para a Orquestra Jazz Sinfônica, banda
de rock e quarteto de cordas, teve apresentação no Memorial da América Latina, em São
Paulo, em 1994. Em 1995 participou do Primeiro Festival de Jazz e Música
Latino-Americana, em Córdoba, Argentina. No Teatro Municipal, de São Paulo, apresentou
sua peça Musica para dois pianos, percussão, quarteto de cordas e banda de rock.
Trabalhou então com um grupo heterodoxo: um quinteto de percussão (do qual fazia parte),
um quarteto de cordas de São Paulo e a Patife Band, de rock pesado, liderada por Paulo
Barnabé, seu irmão. Apresentou-se em 1996 no Te- atro Rival, na serie Encontros
Notáveis, em duo de pianos com Paulo Braga. No mesmo ano, dividiu com Tetê Espíndola um
show no Centro Cultural São Paulo.
Com trabalho singular na musica brasileira, tem composições de características que vão
do dodecafonismo a atonalidade. Sempre na fronteira entre o erudito contemporâneo e o
popular, na década de 1990 escreveu quartetos de cordas e peças para a Orquestra Jazz
Sinfônica de São Paulo. Em 1997, depois de quatro anos sem gravar, lançou o CD Ed Mort,
do selo Rob Digital, trilha sonora do filme de mesmo nome, dirigido por Alain Fresnot.
Em 2001 Arrigo Barnabé reune orquestra em São Paulo para mostrar a ópera O Homem dos
Crocodilos - Um Caso Clínico em Dois Atos, que mistura psicanálise com o vanguardismo
musical do compositor, em parceria com o dramaturgo argentino Alberto Muñoz.
![]() |
José Roberto Miccoli
mikkolee@ieg.com.br